Ação da campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar Contra a Fome envolve a participação de mais de 42 mil voluntários em 2.000 lojas distribuídas por todo o país.
A presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome agradeceu este sábado a persistência do chefe de Estado português na mobilização na luta contra a pobreza e Marcelo Rebelo de Sousa disse que será voluntário no próximo ano.
"Mais uma campanha do Banco Alimentar, aliás de 21 bancos alimentares em todo o território nacional, continente, Madeira e Açores, e uma vez mais, como é bem patente, temos muitos voluntários que querem colaborar, doando o seu tempo e doando alimentos", afirmou Isabel Jonet, no primeiro dia do arranque da iniciativa solidária.
"Para nós é sempre uma grande alegria ter o senhor Presidente da República e eu queria agradecer esta persistência em chamar a atenção para o voluntariado, mas também para esta capacidade da sociedade civil se mobilizar na luta contra a pobreza", prosseguiu a responsável.
De acordo com Isabel Jonet, os bancos alimentares estão apoiar, neste momento, "mais de 380 mil pessoas".
Ou seja, especificou, "quase 4% da população portuguesa que recebe no seu prato ajuda alimentar que vem destas grandes campanhas, mas também do dia-a-dia que podemos realizar com os excedentes que há ainda na nossa sociedade".
Nas mesmas declarações, Isabel Jonet aproveitou para agradecer "publicamente tudo aquilo que ao longo dos dois mandatos" Marcelo Rebelo de Sousa colaborou e se dedicou à causa dos bancos alimentares.
Marcelo Rebelo de Sousa retorquiu com um agradecimento à Federação dos Bancos Alimentares e acrescentou que "a melhor maneira de agradecer" é que para o ano, já sem funções presidenciais, será voluntário e que estará disponível para trabalhar "às horas que mandarem".
"Estarei cá como voluntário", reforçou.
Em 17 de outubro, a Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal alertou para o número persistente de pessoas em risco de pobreza, acima dos dois milhões, o que demonstra que este fenómeno continua a ser um problema estrutural no país.
A ação da campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar Contra a Fome envolve a participação de mais de 42 mil voluntários em 2.000 lojas distribuídas por todo o país, num convite à partilha de alimentos não perecíveis com quem mais precisa.
A campanha decorre até dia 30 de novembro em lojas físicas, mas prolonga-se até dia 7 de dezembro em www.alimentestaideia.pt.
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