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MESQUITA ACUSA PSD DE ESPIONAGEM POLÍTICA

O presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, acusa o PSD de “espionagem” no caso da eventual privatização da Agere, a empresa municipal de águas e saneamento de Braga.
7 de Setembro de 2004 às 00:00
“Só na sequência de um acto de espionagem é possível vir propor algo que a Câmara tem em estudo há cerca de um mês”, disse o autarca ao Correio da Manhã, referindo-se à conferência de imprensa que a concelhia do PSD deu na passada quinta-feira.
Nessa altura, o líder da concelhia laranja de Braga, Ricardo Rio, disse que “a Câmara está atolada em dívidas e só mediante a abertura das empresas públicas municipais a capitais privados é possível evitar o aumento dos impostos”.
Mesquita Machado nega que a autarquia esteja em situação crítica, lembrando que o empréstimo feito para a construção do novo estádio “está muito longe de atingir a capacidade máxima de endividamento da Câmara”, e diz que a eventual privatização de 49 por cento do capital da Agere “está em estudo há cerca de um mês”.
Aliás, é bem natural que o assunto seja debatido na reunião da Câmara de Braga da próxima quinta-feira, na medida em que a autarquia pretende que a Agere possa concorrer à privatização da Águas de Portugal e de sistemas supramunicipais de água e saneamento.
Quanto ao PSD, Mesquita diz que “acabaram apenas por anunciar o seu sentido de voto nesta matéria”.
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