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Correio da Manhã

Política
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Ministro da Defesa assume fim das contrapartidas

O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar Branco, assumiu neste sábado o fim do regime das contrapartidas nesta área, indicando que Portugal pretende seguir "seguir as boas práticas europeias".
6 de Agosto de 2011 às 17:25
"Acontece que muda a lógica deste tipo de negociações e vai ao encontro de não existir as contrapartidas. O que está para trás mantém-se, fica salvaguardado", frisou
'Acontece que muda a lógica deste tipo de negociações e vai ao encontro de não existir as contrapartidas. O que está para trás mantém-se, fica salvaguardado', frisou FOTO: Jorge Paula

"Trata-se de Portugal seguir as boas práticas europeias nesta matéria, e o Governo vai no sentido correcto", disse.  

Aguiar Branco falava aos jornalistas à margem do America´s Cup, prova de vela que teve início em Cascais e cuja largada dos barcos em competição foi feita pelo ministro.  

"Resolvemos seguir as boas práticas europeias e a necessidade de se fazer a transcrição da directiva europeia foi assumida como uma das nossas prioridades", disse.  

As contrapartidas são compensações acordadas entre o Estado e os fornecedores de material de defesa com o objectivo de contribuir para o desenvolvimento industrial da economia portuguesa.  

Questionado sobre a notícia do semanário ‘Expresso’ que dava conta do fim da comissão das contrapartidas, o ministro disse que não comentava o que diz a comunicação social, mas frisou que "para o futuro a lógica da directiva" aponta para a não existência de contrapartidas.  

"Acontece que muda a lógica deste tipo de negociações e vai ao encontro de não existir as contrapartidas. O que está para trás mantém-se, fica salvaguardado", frisou.  

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