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Correio da Manhã

Política
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Ministro da Defesa enaltece desempenho das forças nacionais no mundo

Missão, na qual já se encontram militares do Exército português, pretende apoiar a formação das forças de segurança iraquianas.
Lusa 5 de Novembro de 2018 às 23:31
João Gomes Cravinho, ministro da Defesa Nacional
João Gomes Cravinho
João Gomes Cravinho
João Gomes Cravinho, ministro da Defesa Nacional
João Gomes Cravinho
João Gomes Cravinho
João Gomes Cravinho, ministro da Defesa Nacional
João Gomes Cravinho
João Gomes Cravinho
O ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, afirmou esta sgque as Forças Nacionais Destacadas em várias partes do mundo contribuem para a ordem internacional, referindo que a segurança "começa longe" das fronteiras portuguesas.

"A nossa segurança começa longe das nossas fronteiras e a participação de Forças Nacionais Destacadas portuguesas em diferentes partes do mundo, como a República Centro-Africana, Kosovo, Afeganistão, Colômbia e Iraque, faz parte da nossa segurança, porque a ordem internacional é uma ordem preciosa e está sob tensão em diferentes partes do mundo", disse o ministro em declarações à agência Lusa.

João Gomes Cravinho esteve esta segunda-feira na partida da 8.ª Força Nacional Destacada (FND), composta por 30 militares do Exército, mais um oficial de ligação, para participar na operação "Inherent Resolve" no teatro de operações do Iraque, que ocorreu no Aeródromo de Trânsito N.º 1 de Figo Maduro, em Lisboa.

"Portugal é um excelente cidadão da ordem internacional e participa com grande consenso no plano nacional e grande recolhimento internacional. A participação destes 31 militares no Iraque faz parte dessa lógica", explicou.

Esta missão, na qual já se encontram militares do Exército português, pretende apoiar a formação das forças de segurança iraquianas, para combate ao terrorismo neste país.

"Vão para dar formação e a nossa expectativa é que as Forças Armadas iraquianas sejam capazes de manter um Estado de direito no Iraque. É um trabalho muito importante", referiu.

Esta força de 30 militares foi aprontada pelo Exército português, na Zona Militar da Madeira, no Regimento de Guarnição n.º 3, sendo composta por 12 oficiais, 15 sargentos e 3 praças, entre os quais 29 homens e uma mulher.

Portugal participa ainda nesta operação com um oficial de ligação.

O chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, almirante António Silva Ribeiro, afirmou que tem confiança na "difícil missão" que os militares vão desempenhar no Iraque, enaltecendo a importância da preparação das Forças Armadas iraquianas.

"Este trabalho é importante no combate às forças do Daesh (acrónimo em árabe do Estado Islâmico) e para travar o terrorismo. É um trabalho importante também a nível europeu, com o objetivo de evitar atos terroristas", disse o almirante António Silva Ribeiro.
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