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Correio da Manhã

Política
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MINISTRO DE CONSCIÊNCIA TRANQUILA

O ministro da Defesa, Paulo Portas, afirmou hoje nada ter a temer ou a recear sobre as prometidas declarações de José Braga Gonçalves, o principal arguido do caso Moderna, sobre a empresa de sondagens Amostra.
10 de Abril de 2003 às 12:35
MINISTRO DE CONSCIÊNCIA TRANQUILA
MINISTRO DE CONSCIÊNCIA TRANQUILA
“Só se sente ameaçado quem tem alguma coisa a recear ou a temer. Eu não tenho nada, nem a recear nem a temer”, salientou o ministro, acrescentando que sempre ofereceu a sua colaboração à Justiça.
“Se houver alguma coisa a esclarecer, fá-lo-ei”, afirmou ainda Paulo Portas, realçando, de seguida, que se houver problemas de difamação, actuará também.
Ao ser questionado sobre se tem condições para continuar no Governo, o ministro recordou aos jornalistas: “Já ouvi dizer isso tanta vez e ainda cá estamos”.
Paulo Portas recusou, entretanto, comentar a carta aberta que lhe foi dirigida por José Braga Gonçalves, alegando que não quer falar sobre um caso que está a ser discutido em tribunal.
“O direito e a justiça têm regras”, sublinhou Paulo Portas, acrescentando que não quer ser acusado de interferir no julgamento que está a decorrer no Tribunal de Monsanto.
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