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Correio da Manhã

Política
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“Não está na altura de pensarmos em agravar o ISP”

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, garantiu ontem, em Gouveia, que “não está, nesta altura, pensado nenhum agravamento do ISP [Imposto Sobre Produtos Petrolíferos]”. Antes pelo contrário, para compensar a redução da TSU (Taxa Social Única), insistiu “que essa diminuição é para ser feita ao longo da legislatura”.
26 de Maio de 2011 às 00:30
“Não está na altura de pensarmos em agravar o ISP”
“Não está na altura de pensarmos em agravar o ISP”

PRIMEIRO

Mais de metade do preço da gasolina diz respeito a impostos. Num litro de gasolina 95, por exemplo, 37% é de Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP) e 19% é de Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA), ou seja, o Estado arrecada 56%.

SEGUNDO

O Estado arrecadou, entre Janeiro e Abril, 775,3 milhões de euros com o o Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP), menos 0,8 por cento do que em igual período do ano passado, de acordo com a última execução orçamental.

TERCEIRO

O PSD propõe no seu programa eleitoral uma redução de 4 pontos na Taxa Social Única (TSU) para as empresas ao longo da legislatura, o que poderá implicar mexidas na taxa intermédia do Imposto Sobre Valor Acrescentado (IVA).

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