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Olhe que eu não mordo

Francisco Louçã tem defendido incansalvamente o pluralismo ao longo de toda a campanha, dirigindo ataques à CDU, uma esquerda “redutora”, onde se pune o delito de opinião. Mas ontem, em Santarém, o ‘apóstolo’ da inclusão provou por actos, se não por palavras, que há alguma direita que escapa ao leque de posturas políticas consideradas dignas de respeito pelo Bloco.

16 de fevereiro de 2005 às 00:00

De facto, quando a comitiva do BE se cruzou com Manuel Montereiro, líder da Nova Democracia, Louçã aproveitou a passagem de uma ambulância e, em manobra de emergência, fintou Monteiro pela direita. Este, que ficara à espera de um cumprimento, atirou-lhe em resposta à manobra: “Pode falar comigo, dr. Louçã, olhe que não mordo”.

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