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Correio da Manhã

Política
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Passos garante responsabilidade, prudência e exigência

Primeiro-ministro destaca qualidades da coligação contra "ilusões da oposição".
16 de Maio de 2015 às 22:31
Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro e líder do PSD
Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro e líder do PSD FOTO: Estela Silva/Lusa
O presidente do PSD garantiu este sábado que a coligação com o CDS não entra no leilão das promessas fáceis, ilusões ou facilidades, prometendo responsabilidade, prudência e exigência e criticou quem acha que tem "um direito natural a governar".

Pedro Passos Coelho discursava em Guimarães, depois do líder do CDS-PP, Paulo Portas, no jantar que assinala a assinatura do acordo de coligação para as próximas legislativas, e foi perentório ao afirmar que os dois partidos não oferecem "aos portugueses um caminho de promessas fáceis, de ilusões nem de facilidades" e que não vão entrar "seguramente por esse leilão".

"As pessoas sabem com o que podem contar da nossa parte: com responsabilidade, com prudência, com exigência. É desta massa que será feita a recuperação do nosso país", enfatizou.

Passos critica o "direito natural a governar"
O primeiro-ministro deixou ainda uma palavra para o PS liderado por António Costa, sublinhando que "muitos meses depois de ação do Governo e de ação da nova oposição parece que pela oposição se começa a perguntar se a vitória está assim tão adquirida".

"Começa-se mesmo a perceber no país que o resultado das eleições não está fechado. Desenganem-se aqueles que acham que têm um direito natural a governar", atirou.
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