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Correio da Manhã

Política
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Portas aceita congresso sem directas

O ex-presidente do CDS-PP, Paulo Portas, deverá expressar aos militantes que não tem problemas em ir a congresso, sem as eleições directas, mas só o dirá depois de o Conselho de Jurisdição Nacional tomar uma decisão. “Nunca teve problemas em aceitar ir a congresso”, recorda ao CM uma fonte centrista sua apoiante.
23 de Março de 2007 às 00:00
O Conselho de Jurisdição reuniu-se ontem em Fátima para decidir se prevalece o resultado das votações do conselho nacional ou o requerimento da distrital de Leiria. Um parecer decisivo para a tomada de posição de Paulo Portas, que preconizou, nos seus discursos, a via legalista. Entretanto, Orízia Roque, líder da concelhia do CDS-Lisboa, emitiu um comunicado onde manifesta “desilusão e tristeza” com o comportamento da presidente do Conselho Nacional, Nogueira Pinto, a quem exige um pedido de desculpas ao deputado Hélder Amaral. Ao CM a dirigente confirmou a sua saída do gabinete da autarca, dois dias depois do pedido de demissão do chefe de gabinete, João Almeida, que é líder da JP.
Depois da denúncia de Telmo Correia de que está em marcha uma operação de cisão, Pedro Melo considerou-a “delirante”, mas Narana Coissoró admitiu “exilar-se do partido” e Fernando Paes Afonso pode vir a abandonar o CDS, caso Nogueira Pinto confirme a sua saída.
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