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Correio da Manhã

Política
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Presidente da República realça e agradece o trabalho da APAV

Marcelo Rebelo de Sousa apelou aos portugueses para que se envolvam no combate à violência doméstica.
8 de Março de 2017 às 14:22
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Marcelo Rebelo de Sousa nas instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
O Presidente da República quis esta quarta-feira realçar e agradecer o trabalho da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), no Dia Internacional da Mulher, e apelou aos portugueses para que se envolvam no combate à violência doméstica.

"Estamos a celebrar o Dia Internacional da Mulher, estamos a chamar a atenção para a violência sobre a mulher, nomeadamente a violência desconhecida, ocultada, negada, mas estamos a pensar também em todas as outras vítimas. E estamos a incentivar a APAV a ir mais longe e a sociedade portuguesa a ir mais longe", declarou Marcelo Rebelo de Sousa, durante uma visita a esta associação, em Lisboa.

O Presidente da República expressou gratidão, em nome do país, a todos os trabalhadores e voluntários da APAV e pediu aos portugueses para "guardarem uns minutos para pensarem neste problema, porque sabem que ele existe, no seio das suas famílias, ou no quadro das suas vizinhanças, ou dos seus próximos, dos seus companheiros ou companheiras de trabalho".

"É bom que tenham a noção da gravidade daquilo que existe e de como é possível intervir para minorar o sofrimento, para limitar os efeitos daquilo que existe. E esse é o apelo de esta quarta-feira, é um apelo virado para o futuro: o ano que vem tem de ser melhor do que este ano, e não pior, e os anos seguintes melhores do que os anos anteriores", afirmou.

O chefe de Estado acrescentou que "não bastam as decisões dos tribunais, não basta a iniciativa da Administração Pública, é insuficiente mesmo a ação da APAV, é preciso que as consciências vão mudando, no sentido de respeitar a Constituição"

"Quando a Constituição fala na dignidade da pessoa humana, não estamos a usar palavras ocas ou vazias de sentido. Dignidade da pessoa humana quer dizer, sobretudo neste dia, em que celebramos isso, dignidade de mulheres de carne e osso, que têm de ser respeitadas. E cada gesto de desrespeito deve ser considerado, mais do que uma violação da Constituição, uma ofensa à consciência de cada qual, enquanto pessoa digna, tendo vergonha daquilo que se faz e tendo vergonha alheia, por aquilo que outros fazem", defendeu.
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