Barra Cofina

Correio da Manhã

Política
1

Presidente da República recebeu governador do Banco de Portugal a pedido deste

Mário Centeno iniciou funções no dia 20 de julho, sucedendo a Carlos Costa.
Lusa 28 de Setembro de 2020 às 21:23
Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República
Mário Centeno
Mário centeno veto foi motivado por limitações definidas pelas finanças
Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República
Mário Centeno
Mário centeno veto foi motivado por limitações definidas pelas finanças
Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República
Mário Centeno
Mário centeno veto foi motivado por limitações definidas pelas finanças
O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, recebeu esta segunda-feira à tarde, no Palácio de Belém, em Lisboa, o governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, a pedido deste, divulgou a Presidência da República.

"O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa recebeu, esta tarde no Palácio de Belém a pedido deste, o governador do Banco de Portugal, Mário Centeno", lê-se numa nota divulgada no portal da Presidência da República na Internet.

Nesta nota de um parágrafo, nada é referido quanto aos assuntos na agenda deste encontro.

Mário Centeno foi nomeado governador do Banco de Portugal pelo atual Governo no dia 16 de julho, um mês depois de ter deixado, a seu pedido, o cargo de ministro de Estado e das Finanças.

Iniciou funções como governador do Banco de Portugal no dia 20 de julho, sucedendo a Carlos Costa.

Em maio, questionado sobre a possibilidade de Mário Centeno vir a transitar diretamente das Finanças para governador do Banco de Portugal, o Presidente da República disse não ver nisso um problema no plano ético-político e recordou casos semelhantes do passado.

Em junho, quando aceitou a exoneração de Mário Centeno de ministro de Estado e das Finanças, Marcelo Rebelo de Sousa elogiou a forma como este exerceu funções governativas, considerando que a sua gestão das contas públicas nos últimos anos "fica para a história".

Sobre a sua saída do Governo naquele momento, o chefe de Estado salientou que "em democracia as pessoas são livres e, sendo livres, escolhem em cada momento aquilo que entendem que é a melhor decisão da ótica do interesse pessoal e do interesse coletivo, da sua visão do interesse coletivo".

"Respeito integralmente, em todas as circunstâncias as opções daqueles que, na política, na economia, na sociedade, no trabalho, decidem as suas vidas e decidem mudar de ciclo de vida", acrescentou.


Ver comentários