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Correio da Manhã

Política

Prestação de serviços era “regular”

Testemunhas de Fernando Trigo, que responde em tribunal por participação económica em negócio e branqueamento de capitais, em co-autoria com Isaltino Morais, recusaram ontem a tese de uma "colaboração fictícia" entre o arguido e a Câmara de Oeiras (CMO), conforme refere a pronúncia.

7 de Maio de 2009 às 00:30

José Silva, director na CMO à data dos factos, sublinhou que o então editor da Lusa prestava um serviço "regular" à autarquia, contrariando a existência de uma avença por "serviços nunca prestados".

Já Carlos Martins, ex-director comercial da Lusa, desvalorizou a utilização de informações da agência noticiosa por parte de Trigo para elaborar um boletim de notícias para a CMO, a partir de uma empresa que criou para o efeito. "Os jornalistas podem usar como fonte outro jornal", defendeu.

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