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Correio da Manhã

Política
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Professores ameaçam com greve a avaliações

Sindicatos dão um mês para a Assembleia da República resolver a recuperação do tempo de serviço congelado.
João Saramago e António Sérgio Azenha 17 de Abril de 2019 às 08:23
Concentração de professores ocorreu frente  ao Parlamento  enquanto deputados debatiam recuperação do tempo congelado
Manifestação de professores em Lisboa, a 5 de outubro de 2018
Manifestação de professores em Lisboa, a 5 de outubro de 2018
Manifestação dos professores
Concentração de professores ocorreu frente  ao Parlamento  enquanto deputados debatiam recuperação do tempo congelado
Manifestação de professores em Lisboa, a 5 de outubro de 2018
Manifestação de professores em Lisboa, a 5 de outubro de 2018
Manifestação dos professores
Concentração de professores ocorreu frente  ao Parlamento  enquanto deputados debatiam recuperação do tempo congelado
Manifestação de professores em Lisboa, a 5 de outubro de 2018
Manifestação de professores em Lisboa, a 5 de outubro de 2018
Manifestação dos professores
Os deputados da Assembleia da República têm um mês para resolver a questão da recuperação do tempo de serviço congelado aos professores, caso contrário haverá greve às avaliações, garantem os sindicatos.

"Esperamos que isto esteja resolvido até 15 de maio", afirmou o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, na concentração de professores que decorreu esta terça-feira em frente ao Parlamento, onde se debateu o tempo de serviço dos professores.

Mário Nogueira lembrou que os trabalho parlamentares são interrompidos em meados de maio devido às eleições europeias, realizadas a 26 desse mês, e retomados apenas em junho.

"Temos de insistir com os partidos para que esta situação esteja resolvida até 15 de maio, porque temos prevista uma greve às avaliações a partir de 6 de junho e não teremos alternativa que não seja entregar um pré-aviso de greve até 22 de maio", disse.

As propostas dos partidos vão agora ser discutidas na especialidade.

Entretanto, o dia ficou também marcado por uma informação veiculada por fonte próxima de António Costa, segundo a qual o Governo ponderava demitir-se caso fossem satisfeitas as reivindicações dos professores.

O gabinete do primeiro-ministro desmentiu a informação e Rui Rio Rio criticou o Governo. "É um sinal de desnorte", disse o líder do PSD.
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