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PS e CDS em discórdia na Saúde e na Educação

Secretário-geral do PS tinha prometido médico de família para todos, algo que não aconteceu, e Costa explicou porquê.

10 de janeiro de 2022 às 01:30

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André Ventura, do Chega, e Cotrim de Figueiredo, da Iniciativa Liberal
André Ventura, do Chega, e Cotrim de Figueiredo, da Iniciativa Liberal RTP
António Costa, Francisco Rodrigues dos Santos, debate, legislativas
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As áreas da Saúde e da Educação foram as que levaram mais à discórdia no debate de ontem na SIC entre António Costa e Francisco Rodrigues dos Santos. O secretário-geral do PS tinha prometido médico de família para todos, algo que não aconteceu, e Costa explicou porquê. “Temos de ver que existem mais utentes e temos de tornar a carreira de medicina geral familiar mais atrativa. Esses são dois dos nossos compromissos”, disse António Costa, que defende um maior reforço no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Já o presidente do CDS-PP deixou uma crítica. “O PS na Saúde coloca a ideologia à frente dos doentes. O importante é que um doente tenha uma consulta a tempo e horas, não lhe interessa se é pelo público ou pelo privado”, disse Francisco Rodrigues dos Santos, defendendo assim a ‘saúde via verde’, em que os portugueses, quando ultrapassado o tempo de espera definido por lei para uma consulta ou uma cirurgia, possam optar pelo SNS ou pelo prestador privado.

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