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Correio da Manhã

Política
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PSP: Farda comum é uma ideia "absurda”

O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, considerou esta sexta-feira, no final de uma visita ao Centro de Acolhimento para Refugiados, na Bobadela, que é uma ideia “absurda e fantasiosa” a possibilidade dos efectivos da PSP que integram a Unidade Especial da Polícia virem a ter uma farda comum.
20 de Junho de 2008 às 15:55
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira FOTO: d.r.

A declaração de Rui Pereira surge em resposta a uma notícia avançada pela edição de hoje do jornal “Público”.

O diário refere que “a Unidade Especial de Polícia é constituída por cinco forças policiais que recentemente foram unificadas. Cada uma dessas forças possui uma farda exclusiva, que irá continuar a envergar, uma vez que não há orçamento para vestir de igual os cerca de 2 mil polícias que integram este novo corpo”.

O responsável pela pasta da Administração Interna garantiu que os efectivos vão continuar a andar fardados de acordo com a sua actividade e a “partilhar meios e instalações”, considerando o uso de uma farda comum uma ideia "absurda e fantasiosa".

A Unidade Especial da Polícia unificou recentemente cinco forças policiais, nomeadamente o Grupo de Operações Especiais, o Corpo de Intervenção, o Corpo de Segurança Pessoal, o Centro de Inactivação de Explosivos e Segurança em Subsolo e o Grupo Operacional Cinotécnico.

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