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Correio da Manhã

Política
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REABERTURA DESEJADA

O líder parlamentar do PSD, Guilherme Silva, defendeu ontem o apuramento total das circunstâncias da morte do vereador da Câmara de Almodôvar, António Colaço, incluindo a actuação do Instituto de Medicina Legal de Lisboa neste caso.
8 de Julho de 2003 às 00:00
"A democracia portuguesa não pode nem deve continuar a conviver com casos mal explicados, envolvendo pessoas com responsabilidades políticas de grau diverso", disse Guilherme Silva.
António Colaço apareceu morto a 5 de Agosto de 1997, aparentemente em consequência de um acidente de viação, após ter sido convocado de urgência para uma reunião na Câmara Municipal de Almodôvar, que não chegou a realizar-se. O processo foi arquivado em 2000 e reaberto em 2002, altura em que se descobriu que o corpo de Colaço estava sem cabeça.
Guilherme Silva expressou o desejo de “haver um inquérito que determine e apure as circunstâncias em que o corpo da vítima apareceu mutilado e o estranho desaparecimento de uma parte do corpo", um apuramento "essencial", para a confirmação sobre a existência de crime ou não.
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