Barra Cofina

Correio da Manhã

Política
3

Rio congratula-se com "elevação" da campanha do PSD "sem feridas para sarar"

Eleições diretas do PSD ocorrem a 13 de janeiro.
Lusa 28 de Dezembro de 2017 às 15:04
Rui Rio
Rui Rio critica almoço de Marcelo e Santana
Rui Rio
Rui Rio
Rui Rio
Rui Rio critica almoço de Marcelo e Santana
Rui Rio
Rui Rio
Rui Rio
Rui Rio critica almoço de Marcelo e Santana
Rui Rio
Rui Rio
O candidato à liderança do PSD Rui Rio elogiou esta quinta-feira a "elevação" da campanha em que concorre com Santana Lopes, prognosticando que no dia seguinte às eleições diretas de 13 de janeiro "não haja qualquer ferida para sarar".

"Apesar de algumas vozes acharem que esta campanha, do meu lado ou do adversário, é insuficiente, acho que está a cumprir bem o que se pretende e, acima de tudo, com uma elevação que permite que no dia 14 de janeiro não haja qualquer ferida para sarar. Foi um processo normal", disse, ao formalizar a candidatura, na sede nacional social-democrata, em Lisboa.

O antigo presidente da câmara do Porto e a sua comitiva, incluindo o deputado social-democrata Feliciano Barreiras Duarte, foram recebidos nas instalações da Lapa pelo secretário-geral do PSD, Matos Rosa, e entregaram as declarações de subscrição da candidatura, o orçamento de campanha e a proposta de estratégia global.

"É um ato administrativo, mas também tem valor simbólico. Atingimos um objetivo para o qual muita gente se teve de empenhar", afirmou Rio, anunciando ter reunido 2.446 assinaturas de militantes com quotas em dia antes de agradecer "o trabalho muito grande de muitas pessoas pelo país fora".

O concorrente de Santana Lopes à presidência da Comissão Política Nacional do PSD fez uma "avaliação muito positiva" da sua prestação, com "mais de 30 sessões com militantes, a uma média de 200 pessoas" cada, num "contacto direto muito grande", além de "10 ou 11 entrevistas à comunicação social".

"Está conseguido o primeiro de três grandes objetivos - implantar a candidatura politicamente e, depois formalizá-la. O segundo é 13 de janeiro - ganhar as eleições e reforçar a presença do PSD na sociedade portuguesa para conseguir o terceiro objetivo - em 2019, ganhar as eleições europeias e as eleições legislativas", disse.

Os militantes do PSD vão escolher o seu próximo presidente em 13 de janeiro em eleições diretas, já com o 37.º Congresso do partido agendado para Lisboa, entre 16 e 18 de fevereiro.

Até agora, anunciaram-se como candidatos à liderança do PSD o antigo presidente da Câmara do Porto Rui Rio e o antigo primeiro-ministro Pedro Santana Lopes, também antigo edil lisboeta e da Figueira da Foz.
Ver comentários