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Correio da Manhã

Política
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Segurança aperta para manifestação

Desempregados, reformados, militares, sindicalistas, artistas e políticos já garantiram a presença na manifestação ‘Que se lixe a troika’, que esta tarde promete sair à rua em mais de 30 cidades do País, a partir das 16h00.
2 de Março de 2013 às 01:00

Em Lisboa, a iniciativa parte do Marquês de Pombal e termina no Terreiro do Paço. Pelo caminho juntam-se "várias marés, da educação e cultura, de vários pontos da cidade", explica ao CM Paula Gil, da organização. Ao longo da tarde, Londres, Barcelona, Paris e Estocolmo prometem unir-se ao protesto.

O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, garante que "uma manifestação não é um problema de segurança interna", mas há medidas extraordinárias de segurança previstas.

A PSP pediu à Câmara de Lisboa para remover ou cobrir as pedras soltas das obras no Marquês de Pombal e os técnicos da troika, que reúnem junto ao ministério das Finanças, alteraram a agenda para evitar o percurso da iniciativa. Ainda assim, o objetivo da PSP "é que as pessoas não deem pela presença das forças policiais", diz ao CM o comissário Jairo Campos, porta-voz da PSP de Lisboa.

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