Segundo dia do programa de tomada de posse do novo Presidente da República passou pelo interior e pelo Norte do País.
O Presidente da República, António José Seguro, fechou esta terça-feira, no Porto, dois dias de cerimónias de tomada de posse, terminando ao som de Pedro Abrunhosa, que felicitou o povo português pela escolha eleitoral e criticou a guerra no Irão.
Após as cerimónias oficiais na Assembleia da República, em Lisboa, na segunda-feira, com um dia preenchido por vários compromissos oficiais, Seguro estendeu a sua tomada de posse a outras geografias, começando na aldeia de Mourísia, no concelho de Arganil (distrito de Coimbra).
Na sua única declaração aos jornalistas, mais deburçada sobre atualidade política, em Arganil, Seguro disse que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral, apelando a que representantes dos trabalhadores, empresários e Governo voltem a sentar-se à mesa e encontrem uma solução.
Já de tarde, em Guimarães, para onde rumou, Seguro voltou ao tom mais protocolar e saudou a cidade Capital Verde Europeia como "um exemplo" dado "a Portugal e à Europa", projetando-se como "um berço do futuro".
Entre Minho e Douro, chegou aos Paços do Concelho do Porto às 18:31, onde foi recebido pelo executivo municipal liderado por Pedro Duarte, por uma guarda de honra e teve direito a uma cerimónia no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Num discurso pautado também por elogios à importância da cidade, o Presidente da República afirmou que Portugal é um todo, um país em que todos contam e em que nenhum território pode ser dispensado, e disse que a coesão territorial não é uma palavra de circunstância.
Terminada a cerimónia, o chefe de Estado assinou o Livro de Honra na Sala D. Maria pelas 19:01 e, juntamente com a mulher, Margarida Maldonado Freitas - na sua primeira aparição pública hoje - esteve à conversa com Pedro Duarte durante cerca de meia hora.
Seguiram depois para um jantar privado na Casa do Roseiral, oferecido pelo autarca portuense, chegando ao último ponto da agenda do dia, uma Casa da Música iluminada com as cores nacionais, pelas 21:30, para assistir a um concerto do grupo que integra o programa municipal Desporto no Bairro, da Orquestra Juvenil de Bonjóia, e de Pedro Abrunhosa.
Na Sala Suggia da icónica sala de espetáculos portuense, houve também espaço para intervenções do humorista Francisco Menezes, que foi animando a plateia entre os momentos musicais.
Já Pedro Abrunhosa, que fez questão de, na campanha eleitoral, apoiar António José Seguro - com direito a um momento mediático conjunto num hotel do Porto em janeiro - acabou a dar os "parabéns ao povo português pela sabedoria que teve ao eleger" Seguro, soltando depois um "obrigado, Portugal".
O músico referiu-se ainda à atual situação no Irão, identificando os Estados Unidos como "país agressor" e Portugal como local onde o Direito Internacional pode ser cumprido.
"Esta é a terra da luz. E o presidente António José Seguro é, seguramente, esta frincha e esta luz que nos pode devolver essa esperança", considerou.
No final do concerto, e num momento improvisado, antes da saída de António José Seguro da sala, o público entoou o hino nacional, num momento que o novo presidente afirmou que jamais esqueceria
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