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Correio da Manhã

Política
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Um sobressalto cívico

Trinta e quatro personalidades de diversas áreas entregaram ontem um manifesto aos partidos, onde defendem para o País “um sobressalto cívico”, a definição urgente de uma estratégia nacional e a eliminação dos “bloqueios constitucionais”.
3 de Fevereiro de 2005 às 00:00
Os dirigentes do PSD Amândio de Azevedo, Cardoso e Cunha e Arlindo Cunha; os ex-ministros Êrnani Lopes e João Salgueiro; o ex-presidente do CDS Adriano Moreira; o general Loureiro dos Santos e o presidente da Associação Empresarial de Portugal, Ludgero Marques, são alguns dos 34 subscritores do manifesto, intitulado ‘Um sobressalto cívico’.
Os autores defendem que “a Constituição deverá sofrer um processo de revisão que permita rapidamente adaptar Portugal aos desafios do século XXI” e que o País “precisa urgentemente de uma ideia estratégica que não se resuma a uma estratégia de defesa nacional”.
Segundo os 34 signatários, nesta estratégica é “indispensável” a existência de “um órgão de articulação e de conselho dos órgãos de soberania (Presidente da República, Governo e Parlamento).”
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