Doze anos de prisão por sequestrar

Paulo Roque ainda tentou estrangular a ex-companheira.

24 de abril de 2018 às 08:36
Paulo Roque Foto: Direitos Reservados
Paulo Roque, separação, violação, sequestro, julgamento,Tribunal de Setúbal Foto: David Martins
Anabela Lopes, Paulo Roque, Maria Armanda, Jacinta Lage, Barros, Grândola Foto: David Martins

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O Tribunal de Setúbal condenou esta segunda-feira a 12 anos e seis meses de prisão Paulo Roque, o homem que sequestrou a ex-companheira e a manteve em cativeiro durante cinco dias, em Azinheira dos Barros, no concelho de Grândola. Foram dados como provados os crimes de sequestro agravado, um crime de violação, um crime de falsificação de documentos e um crime de homicídio simples na forma tentada. A pena foi fixada em doze anos e meio de cadeia.

No final da sessão, a defesa de Paulo Roque revelou que o arguido ficou insatisfeito com a pena e que pretende recorrer da decisão. "O meu cliente não ficou satisfeito e disse-me logo que tem intenção de recorrer", esclareceu ao CM Fernanda Augusto que considerou, no entanto, a pena adequada.

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"Vou ter acesso ao acórdão e reunirei depois com o meu cliente mas tendo em conta a natureza dos crimes a pena é adequada e o recurso poderá não surtir efeito", explicou ao Correio da Manhã.

Para além da pena de prisão, Paulo Roque vai ter ainda de pagar 25 mil euros de indemnização à vítima por danos morais e patrimoniais.

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No banco dos réus, a responder por um crime de sequestro, estava também o filho de Paulo Roque, agora com 18 anos, que foi absolvido pelo tribunal.

O crime aconteceu no início de janeiro de 2017. O agressor foi travado pela Polícia Judiciária de Setúbal que encontrou o agressor na própria habitação, em Azinheira dos Barros, a estrangular a vítima com uma abraçadeira de plástico.

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