Ministério Público pede 18 anos para homicida de empregado ucraniano
Oleg Bergovenko terá sido agredido e sodomizado com um objeto contundente em junho do ano passado, na Póvoa de Varzim.
"É um caso de extrema gravidade, pelas circunstâncias da morte, mas também pelas condições de vida da vítima.” Foram as palavras utilizadas pelo procurador do Ministério Público do Tribunal de Matosinhos para defender a culpabilidade de Danny Eusébio na morte do empregado Oleg Bergovenko - terá sido agredido e sodomizado com um objeto contundente -, em junho do ano passado, na Póvoa de Varzim. “Uma pena acima do meio da moldura penal, que vai de 12 a 25 anos, será adequada”, concluiu.
O magistrado defendeu ainda a condenação, por profanação de cadáver, da mãe, da mulher e do sócio de Danny, acusados de transportar o corpo do ucraniano do local do crime para casa da mãe do horticultor de forma a simular que a morte ocorreu naquele local e por causas naturais. Entendimento diferente tem a defesa de Danny. O advogado pediu a absolvição do crime de homicídio, por entender que não existem “elementos de prova, nem sequer indireta”. No que toca ao crime de profanação a defesa dos arguidos pediu também a absolvição por considerar que o corpo apenas foi mudado de local.
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