Testemunha diz que piloto não tinha melhores opções para aterragem de emergência na praia da Caparica que matou duas pessoas
Para o piloto é sempre melhor aterrar na areia que na água, onde o impacto é maior.
Uma nova testemunha diz que o piloto que está a ser julgado pela morte de uma menina de oito anos e de um homem de 56, durante uma aterragem de emergência no areal da praia de São João da Caparica, após uma falha de motor de um avião ligeiro de instrução Cessna 152, em 02 de agosto de 2017, diz que o piloto não tinha melhores opções para a aterragem de emergência.
O piloto e instrutor de aviões explicou, esta quarta-feira, ao coletivo de juízes que à esquerda da aeronave havia casas, árvores e uma falésia, e à direita estava o mar. Acrescenta que é sempre melhor aterrar na areia que na água, onde o impacto é maior.
A opção de aterrar na praia da Cova do Vapor também não seria melhor porque o areal é pouco extenso. Carlos Conde de Almeida está acusado de dois crimes de homicídio por negligência.
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