"Não fazia mal a ninguém, gostava de ajudar os outros": amigos em choque com morte de Miguel após ataque na ciclovia

Suspeitos ainda não foram identificados.

16 de agosto de 2024 às 01:30
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"Era um rapaz muito pacífico, não fazia mal a ninguém, gostava de ajudar os outros." O desabafo é de uma amiga de Miguel Andrade, de 43 anos, que foi encontrado morto na quarta-feira de manhã pela mãe, na casa onde vivia.

O homem, que trabalhava na área da restauração, foi golpeado no peito, por um ou dois suspeitos, na ciclovia que liga a Póvoa de Varzim a Vila Nova de Famalicão, na terça-feira à noite. O rasto de sangue mostra a violência da agressão.

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Foi assistido pelos bombeiros e levado para o Hospital de Matosinhos. Teve alta duas horas depois. "Teve alta por se encontrar clinicamente bem", explica a unidade hospitalar. Cerca das 08h00 do dia seguinte foi encontrado pela mãe morto em casa. A morte - que está a ser investigada pela PJ - chocou os amigos. "Que injustiça. Era das pessoas mais calmas e serenas que já conheci", pode ler-se numa das mensagens de pesar na Internet. Os suspeitos ainda não foram identificados.

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