22 anos por matar e incendiar cadáver no Seixal

Brasileiro, de 38 anos, considerado culpado do homicídio e profanação de cadáver do compatriota Thulio Silva.

27 de maio de 2026 às 01:30
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O tribunal de Almada condenou esta terça-feira a 22 anos de cadeia, o homem de 38 anos, de nacionalidade brasileira, que matou a tiro o compatriota Thulio Silva, a 28 de janeiro de 2025, levando depois o cadáver para o incendiar na praia da Ponta dos Corvos, em Miratejo, Seixal.

Segundo o JN, o coletivo de juízes considerou que o homicídio ficou a dever-se a uma dívida de cinco mil euros. Depois de ter sido atraído a uma casa em Fernão Ferro, Seixal, pelo arguido principal (Deivson Rodrigues), e um comparsa ainda por identificar, a vítima foi ameaçada para pagar a dívida. Homicida e vítima trabalhavam como patrão e empregado, num esquema de burlas 'Olá Pai, Olá Mãe'. O arguido não perdoou ao jovem, de 21 anos, e executou-o com um tiro na cabeça. O cadáver de Thulio Silva foi incendiado e deixado num caixote do lixo.

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Após a revelação da pena, a juíza-presidente considerou o crime "hediondo". Já o pai da vítima, destroçado, deixou a mensagem para que todos os pais acompanhem de perto os seus filhos. 

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