Advogado de ex-autarca do Funchal defende mais juízes de instrução para ouvir arguidos
Em causa está a demora na inquirição dos detido.
O advogado do ex-presidente da Câmara do Funchal, detido no âmbito de suspeitas de corrupção na Madeira, considerou esta quarta-feira que, perante as preocupações com a demora na inquirição dos detidos, devia haver mais juízes a ouvir os arguidos.
"Se o Conselho Superior da Magistratura está preocupado, e tem boas razões para estar, podia ter mais juízes de instrução para ouvir os arguidos", afirmou Paulo Sá e Cunha, questionando que se neste momento "há dois juízes a despachar" o processo, porque é que não há dois juízes a ouvir ouvir os arguidos ou três.
"Não vejo nenhum obstáculo a isto e isso tinha aligeirado as coisas e nós não tínhamos entrado no exagero que, de facto, parece que agora começa a ser em termos de tempo excessivo", acrescentou.
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