Homem agride médico em hospital de Vila Real
Homem deu um murro ao profissional de saúde e foi-se embora antes de ser detido pelas autoridades.
A vítima mortal, uma mulher que residia numa localidade nos arredores da cidade de Vila Real, deu entrada na urgência do hospital durante a manhã e acabou por morrer no final do dia. Ao que tudo indica, o agressor, depois de receber a notícia da mulher da mulher, num ato de fúria, deslocou-se às instalações das urgências e acabou por desferir um murro na cara do profissional de saúde de 67 anos. O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro disse em comunicado que a agressão resultou em "ferimentos ligeiros" num médico e que a segurança do centro hospitalar "sanou de imediato o conflito e acionou as autoridades (PSP), que se deslocaram ao local e tomaram conta da ocorrência". A PSP foi chamada ao local mas quando chegou o homem já não estava presente. As autoridades reportaram ao MP para efetuar as devidas deligências e proceder à identificação do mesmo. O hospital garante que "este foi um caso isolado mas que, o Conselho de Administração refuta este tipo de conduta e, manifesta a sua solidariedade para com o profissional e disponibilizou o apoio necessário". O alerta foi dado às 20h30. Em atualização
A vítima mortal, uma mulher que residia numa localidade nos arredores da cidade de Vila Real, deu entrada na urgência do hospital durante a manhã e acabou por morrer no final do dia.
Ao que tudo indica, o agressor, depois de receber a notícia da mulher da mulher, num ato de fúria, deslocou-se às instalações das urgências e acabou por desferir um murro na cara do profissional de saúde de 67 anos.
O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro disse em comunicado que a agressão resultou em "ferimentos ligeiros" num médico e que a segurança do centro hospitalar "sanou de imediato o conflito e acionou as autoridades (PSP), que se deslocaram ao local e tomaram conta da ocorrência".
A PSP foi chamada ao local mas quando chegou o homem já não estava presente. As autoridades reportaram ao MP para efetuar as devidas deligências e proceder à identificação do mesmo.
O hospital garante que "este foi um caso isolado mas que, o Conselho de Administração refuta este tipo de conduta e, manifesta a sua solidariedade para com o profissional e disponibilizou o apoio necessário".
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt