Presidente da Câmara de Vila Verde detido por corrupção

António Vilela é suspeito num caso que envolve uma escola profissional.

15 de fevereiro de 2017 às 10:14
António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde Foto: Nuno Fernandes Veiga
António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde Foto: Nuno Fernandes Veiga
António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde Foto: Nuno Fernandes Veiga
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António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde Foto: Nuno Fernandes Veiga
António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde Foto: Nuno Fernandes Veiga

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António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde, foi detido pela Polícia Judiciária de Braga sob suspeitas de corrupção.Segundo apurou o CM, o presidente da CM de Vila Verde está, neste momento, a prestar declarações na Polícia Judiciária de Braga por suspeita de corrupção no negócio da venda da Escola Profissional Amar Terra Verde. 

O autarca deverá ser ouvido esta quarta-feira pelo Ministério Público juntamente com João Luís Nogueira, dono da Escola Profissional Amar Terra Verde. Ambos serão presentes ainda hoje ao Juiz de Instrução do Tribunal de Braga.

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Segundo apurou o CM, o presidente da CM de Vila Verde está, neste momento, a prestar declarações na Polícia Judiciária de Braga por suspeita de corrupção no negócio da venda da Escola Profissional Amar Terra Verde. 

O negócio aconteceu em 2013 e em causa estão três milhões de euros que a PJ quer saber o rasto. 

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Neste caso foram detidas outras duas pessoas, entre eles o dono do estabelecimento de ensino.

Para além da alegada prática dos crimes de corrupção e prevaricação no processo de alienação daquela escola, a uma empresa privada, também estará em causa a concessão de um parque estacionamento à superfície e a construção de um parque de estacionamento a uma empresa do setor da construção civil.

Aprendidos "bens de valor elevado"

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A Polícia Judiciária informou que foram apreendidos "bens de valor elevado" na operação que incluiu a detenção do presidente da Câmara de Vila Verde, António Vilela, e do dono de uma escola profissional, por suspeitas de corrupção.

"Foi dado cumprimento a mandados de busca, apreendidos e arrestados bens de valor elevado, designadamente automóveis e elevadas quantidades de dinheiro", refere a PJ, em comunicado, sem detalhar montantes, e referindo o envolvimento na ação do Gabinete de Recuperação de Ativos do Norte, uma estrutura que identifica, localiza e apreende bens ou produtos relacionados com crimes.

Os detidos, que foram levados na tarde de hoje ao tribunal de Braga para primeiro interrogatório judicial, são suspeitos pelos crimes de corrupção, prevaricação e outros ilícitos criminais da responsabilidade de titulares de cargos políticos, indica a polícia, confirmando uma informação que a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) do Porto tinha publicado na sua página eletrónica.

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Em causa estará um caso de alegada prática dos crimes de corrupção e prevaricação no processo de alienação Escola Profissional Amar Terra Verde (EPATV) a uma empresa privada, da concessão de um parque estacionamento à superfície e da construção de um parque de estacionamento a uma empresa do setor da construção civil.

A investigação é tutelada pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Braga.

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