As imagens dos migrantes a serem torturados por sete militares da GNR em Odemira

Ministério Público acusa sete militares da GNR de sequestro, abuso de poder e ofensas à integridade física.

17 de dezembro de 2021 às 13:37
Imigrantes, Odemira, GNR, militares
2021-12-17_13_36_31 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.31.49.png
2021-12-17_13_36_32 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.31.51 (1).png
2021-12-17_13_36_32 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.31.52.png
2021-12-17_13_36_33 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.31.53 (2).png
2021-12-17_13_36_34 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.31.54.png
2021-12-17_13_36_35 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.31.55 (1).png
2021-12-17_13_36_36 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.31.56.png
2021-12-17_13_36_37 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.31.59 (1).png
2021-12-17_13_36_37 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.32.00 (1).png
2021-12-17_13_36_38 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.32.00.png
2021-12-17_13_36_39 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.32.03 (1).png
2021-12-17_13_36_40 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.32.04 (1).png
2021-12-17_13_36_41 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.32.05.png
2021-12-17_13_36_42 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.33.08 (1).png
2021-12-17_13_36_43 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.33.08 (2).png
2021-12-17_13_36_44 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.33.10 (1).png
2021-12-17_13_36_44 WhatsApp Image 2021-12-17 at 11.33.11 (1).png

1/18

Partilhar

O Correio da Manhã teve acesso às imagens do momento em que os militares da GNR torturavam migrantes em Odemira.

O Ministério Público de Odemira deduziu acusação contra sete militares da GNR, que prestavam serviço no posto de Vila Nova de Milfontes, por 33 crimes, entre os quais se destacam sequestro, abuso de poder e ofensas à integridade física.

Pub

A investigação da PJ começou em 2019 e teve origem noutra com contornos idênticos, de 2018, que levou à condenação de cinco guardas por agressões e sequestro de imigrantes. Um dos arguidos esgotou todos os recursos e vai cumprir seis anos de prisão efetiva. No âmbito deste primeiro processo, um militar foi demitido da força de segurança e os outros quatro tiveram penas disciplinares de suspensão, confirmou esta quinta-feira o Ministério da Administração Interna ao CM. Agora, três dos militares condenados no primeiro processo vão responder neste novo caso.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar