Atira ao rio com pedra e bicicleta
Corpo da portuguesa foi mantido algumas semanas na habitação antes de ser posto no rio.
Lídia Maria Cruz foi estrangulada com as mãos quando o seu homicida, o nepalês Dovchin, a levou para casa e violou, aproveitando o facto de a emigrante – a viver em Leipzig, na Alemanha – estar alcoolizada.
O seu corpo foi desmembrado na banheira, atado a pedras e ao quadro de uma bicicleta e atirado a um rio.
A descrição do crime, que ocorreu em abril de 2016, foi feita a semana passada em tribunal pelos médicos legistas e polícias que investigaram o caso. De acordo com o relato do homicida, o corpo da portuguesa de 43 anos foi mantido algumas semanas na habitação antes de ser posto no rio. Matou-a porque ela disse que iria à polícia denunciar a violação.
Dovchin está ainda a ser julgado por um segundo homicídio, da alemã Anja, de 42 anos. Tal como aconteceu com Lídia, também foi seduzida num bar e morta por estrangulamento. Foi enterrada numa obra. Nos dias seguintes a este crime, o homicida procurou novas parceiras numa página da internet para encontros sexuais.
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