Autarca de Pedrógão Grande admite processar detratores após arquivamento de processo pelo MP
Valdemar diz que tem sido vítima de uma cabala e perseguição política na sequência do incêndio de 2017.
O presidente da Câmara de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, disse esta quarta-feira que tem sido vítima de uma cabala e perseguição política na sequência do incêndio de 2017 no concelho, e admitiu processar judicialmente os detratores.
Numa conferência de imprensa para abordar o arquivamento de um inquérito a uma alegada fraude na distribuição de donativos aos lesados do incêndio de junho de 2017, Valdemar Alves manifestou-se satisfeito com a decisão do Ministério Público (MP) e disse que todo o "fumo" em volta desta questão é motivado por querelas políticas.
"Isto é a prova de que se trata de uma cabala e de uma perseguição pessoal e política, pelo que estou tranquilo em todas as frentes que os meus 'amigos' me têm aberto, mas cá estamos para ir esclarecendo as autoridades judiciais caso a caso", salientou o autarca, reeleito pelo PS em outubro de 2017, após ter cumprido um primeiro mandato pelo PSD.
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