Banco privado Atlântico recusa notificar Carlos Silva no processo Fizz

Em causa estará o facto do presidente do conselho de administração morar em Angola.

05 de fevereiro de 2018 às 15:19
Carlos Silva é presidente do BPAE e vice-presidente do BCP Foto: Direitos Reservados
Partilhar

O Banco Privado Atlântico recusa-se a notificar Carlos Silva no processo Fizz, garantindo que o presidente do conselho de administração mora em Angola. 

Por sua vez, o advogado assistente do processo diz que isto evidencia uma "flagrante falta de respeito pelo tribunal" e pede que o banco seja punido. Em tribunal, e segundo apurou o CM, foi sugerido que tal facto seja participado ao Banco de Portugal e à CMVM. 

Pub

O juiz, por seu lado, diz que vai aguardar resposta por parte do BCP. 

O CM também soube que, em tribunal, a advogada de Orlando Figueira pediu para que as medidas de coação sejam alteradas, uma vez que o seu cliente está proibido de contactos. 

Pub

Advogado de Manuel Vicente pede responsabilização por mandado de detenção

"Espero que se apurem as responsabilidades porque é a reputação das instituições que está em causa e espero que quem de direito averigue o que se passou e que o leve até as últimas consequências", disse Rui Patrício à entrada de mais uma audiência da 'Operação Fizz'.

O advogado, que no domingo enviou um comunicado a dizer que o seu cliente não estava em Portugal, realçou que "é importante que certas coincidências não desviem as atenções", acrescentando que "foi um equívoco ou que alguém foi induzido em erro".

Pub

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar