Banco privado Atlântico recusa notificar Carlos Silva no processo Fizz
Em causa estará o facto do presidente do conselho de administração morar em Angola.
O Banco Privado Atlântico recusa-se a notificar Carlos Silva no processo Fizz, garantindo que o presidente do conselho de administração mora em Angola.
Por sua vez, o advogado assistente do processo diz que isto evidencia uma "flagrante falta de respeito pelo tribunal" e pede que o banco seja punido. Em tribunal, e segundo apurou o CM, foi sugerido que tal facto seja participado ao Banco de Portugal e à CMVM.
O juiz, por seu lado, diz que vai aguardar resposta por parte do BCP.
O CM também soube que, em tribunal, a advogada de Orlando Figueira pediu para que as medidas de coação sejam alteradas, uma vez que o seu cliente está proibido de contactos.
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"Espero que se apurem as responsabilidades porque é a reputação das instituições que está em causa e espero que quem de direito averigue o que se passou e que o leve até as últimas consequências", disse Rui Patrício à entrada de mais uma audiência da 'Operação Fizz'.
O advogado, que no domingo enviou um comunicado a dizer que o seu cliente não estava em Portugal, realçou que "é importante que certas coincidências não desviem as atenções", acrescentando que "foi um equívoco ou que alguém foi induzido em erro".
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