Vizinha que encontrou o bebé conta que ouviu um gemido
Criança de Póvoa de Lanhoso foi localizada num terreno próximo da casa de onde desapareceu.
Pouco depois, a GNR anunciou, pelas 11h10 da manhã desta quarta-feira, que o bebé tinha sido encontrado de boa saúde.
Iuri foi conduzido ao hospital de Braga pelos bombeiros, onde chegou ao colo da mãe, depois de ter passado quase 15 horas sozinho, passando toda a noite na rua.
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O coordenador da PJ de Braga descartou a hipótese de crime e disse aos jornalistas, em Serzedelo, que o bebé desaparecido terça-feira à noite naquela localidade foi encontrado a cerca de 900 metros de sua casa.
Segundo Gil Carvalho, a criança terá andado sem destino até encontrar uma cancela que não conseguiu passar.
Questionado pelos jornalistas sobre o facto de se tratar de um bebé de ano e meio, o responsável pela PJ de Braga disse ter recolhido testemunhos de que o menino "corria e movimentava-se muito bem" o que, em seu entender, "indica que podia percorrer a distância" de cerca de um quilómetro.
O caso está agora sob a alçada do Ministério Público, para se apurar em que circunstâncias é que o bebé desapareceu de casa dos pais. Família sinalizada Um vizinho que mora próximo da casa de onde desapareceu o menino de 16 meses em Serzedelo, Póvoa de Lanhoso, diz que a família está referenciada por negligência para com os menores. O homem conta que as crianças- Iruan e as duas irmãs de 4 e 3 anos, ficavam frequentemente sozinhas em casa. O Presidente da Câmara de Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista, confirma aos jornalista que a família de Iuri está sinalizada pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CCPJ) do concelho, mas adiantou não saber mais pormenores sobre quais as situações em concreto. O autarca revela que a família é seguida por uma técnica da Segurança Social. Pai ouvido na PJ durante a madrugada O pai do menino de 16 meses que desapareceu na noite deste terça-feira em Póvoa do Lanhoso foi levado pela Polícia Judiciária durante a madrugada, tendo sido ouvido durante várias horas. O homem saiu da PJ por volta das 6h00 e foi levado para casa de familiares, tal como a mãe e as outras duas filhas menores do casal. As buscas foram retomadas na manhã desta quarta-feira, depois de terem sido interrompidas por volta das 4h00. Na madrugada desta quarta-feira, cerca de 30 operacionais - entre bombeiros da Póvoa do Lanhoso e militares da GNR - procuraram o menino em Serzedelo, a localidade onde o menor vive com os pais e as duas irmãs. "Esperamos ouvir um choro a qualquer momento" O comandante dos bombeiros de Póvoa de Lanhoso explica que as buscas decorre em toda a área envolvente, incluindo "várias lagoas de rega que existem na zona". O responsável confirma que a criança "tem algumas dificuldades em andar". Estão no terreno 15 bombeiros da Póvoa do Lanhoso e 30 elementos da GNR, com duas equipas cinotécnicas (com cães). A vistoria inclui as várias casas devolutas nas imediações da casa. Inicialmente as buscas decorrem num perímetro de um quilómetro em volta da casa de onde o bebé desapareceu, mas poderão ser alargadas. O responsável diz que "esteve uma noite amena", pelo que o bebé não terá passado frio. "O menino já deve ter fome, esperamos ouvir um choro a qualquer momento". Diretor da PJ de Braga, com larga experiência em raptos, está no terreno Gil Carvalho, Diretor da PJ da Braga está no local a coordenar a investigação Judiciária. O diretor tem uma larga experiência em casos de rapto.
Família sinalizada
Um vizinho que mora próximo da casa de onde desapareceu o menino de 16 meses em Serzedelo, Póvoa de Lanhoso, diz que a família está referenciada por negligência para com os menores. O homem conta que as crianças- Iruan e as duas irmãs de 4 e 3 anos, ficavam frequentemente sozinhas em casa.
O Presidente da Câmara de Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista, confirma aos jornalista que a família de Iuri está sinalizada pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CCPJ) do concelho, mas adiantou não saber mais pormenores sobre quais as situações em concreto. O autarca revela que a família é seguida por uma técnica da Segurança Social.
Pai ouvido na PJ durante a madrugada
O pai do menino de 16 meses que desapareceu na noite deste terça-feira em Póvoa do Lanhoso foi levado pela Polícia Judiciária durante a madrugada, tendo sido ouvido durante várias horas. O homem saiu da PJ por volta das 6h00 e foi levado para casa de familiares, tal como a mãe e as outras duas filhas menores do casal.
As buscas foram retomadas na manhã desta quarta-feira, depois de terem sido interrompidas por volta das 4h00. Na madrugada desta quarta-feira, cerca de 30 operacionais - entre bombeiros da Póvoa do Lanhoso e militares da GNR - procuraram o menino em Serzedelo, a localidade onde o menor vive com os pais e as duas irmãs.
"Esperamos ouvir um choro a qualquer momento"
O comandante dos bombeiros de Póvoa de Lanhoso explica que as buscas decorre em toda a área envolvente, incluindo "várias lagoas de rega que existem na zona". O responsável confirma que a criança "tem algumas dificuldades em andar". Estão no terreno 15 bombeiros da Póvoa do Lanhoso e 30 elementos da GNR, com duas equipas cinotécnicas (com cães).
A vistoria inclui as várias casas devolutas nas imediações da casa. Inicialmente as buscas decorrem num perímetro de um quilómetro em volta da casa de onde o bebé desapareceu, mas poderão ser alargadas. O responsável diz que "esteve uma noite amena", pelo que o bebé não terá passado frio. "O menino já deve ter fome, esperamos ouvir um choro a qualquer momento".
Diretor da PJ de Braga, com larga experiência em raptos, está no terreno
"Estamos no terreno, ainda não parámos", afirmou Gil Carvalho, referindo que nas buscas estão também envolvidos elementos da GNR e dos bombeiros, que a partir desta hora deverão contar com a ajuda de cães. O responsável confirmou que o pai assim como "outras pessoas" estão a ser ouvidas, mas não adiantou qualquer hipótese para o que possa ter acontecido.
Autarca estranha não ter sido avisado
Manuel Baptista, presidente da Câmara de Póvoa do Lanhoso, chegou por volta das 9h30 ao local. Aos jornalistas, confessou a sua estranheza por não ter sido avisado. "Sendo eu o presidente da Proteção Civil não só da Póvoa de Lanhoso como do distrito de Braga, estranho que não tenha sido avisado", disse o autarca, que foi a Serzedelo inteirar-se da situação.
Iuri, de 18 meses, desapareceu desta terça-feira ao final da tarde, na rua de S. Sebastião, em Serzedelo, Póvoa de Lanhoso, distrito de Braga. Ao que o CM apurou, a criança estaria em casa com os pais e os portões da habitação estariam abertos no momento do desaparecimento.
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O menino está a ser procurado por bombeiros, pelas Equipas de Intervenção Rápida da GNR e ainda elementos da Polícia Judiciária de Braga. Ao que o CM apurou, o menino ainda está a aprender a andar e cai muitas vezes quando se tenta deslocar sozinho.
Todos os cenários estão em aberto, desde a possibilidade do menino estar perdido e assustado nas proximidades até à tese de um possível caso de rapto. Os pais já foram ouvidos pela PJ.
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A família está em choque e não acredita que o menino tenha conseguido sair de casa pelos próprios meios. A criança tem ainda dois irmãos pequenos.
A rua de onde o menor desapareceu fica num local com densa vegetação.
Os familiares estão em pranto. Preocupados com o paradeiro do menino, de apenas um ano e meio, e com o seu estado de saúde, recebiam, na madrugada desta quarta-feira, apoio psicológico por parte do INEM para suportarem a dor e a ansiedade.
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