Cadastro trama taxista do Benfica

Elemento da claque No Name Boys atirou tocha contra PSP.

11 de novembro de 2016 às 08:52
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Bruno Colaço
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Bruno Colaço
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Bruno Colaço
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Bruno Colaço
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Bruno Colaço
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Bruno Colaço
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Bruno Colaço
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Bruno Colaço
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Bruno Colaço
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Duarte Roriz
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Duarte Roriz
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Duarte Roriz
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Duarte Roriz
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Duarte Roriz
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Duarte Roriz
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Pedro Simões
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Pedro Simões
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Pedro Simões
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Pedro Simões
Uber, Cabify, taxistas, taxis, Lisboa, manifestação, protesto Foto: Pedro Simões

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Hugo Caturna, um dos três taxistas detido pela PSP durante a manisfestação de taxistas junto ao aeroporto de Lisboa, foi ontem condenado a três anos de prisão – com pena suspensa – pelos crimes de resistência e coação a funcionário, na forma agravada, e posse de arma proibida.

O conhecido elemento da claque No Name Boys ‘pagou o preço’ pelos antecedentes criminais que tem e por já ser conhecido da polícia. Terá ainda de pagar 500 euros à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV).

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Atualmente a trabalhar como taxista, Caturna foi condenado, em 2012, a quatro anos e nove meses, também com pena suspensa, no âmbito de um processo relacionado com tráfico de droga, posse de armas brancas e de guerra e outros ilícitos praticados com elementos da claque dos encarnados. Essa suspensão já tinha expirado.

A 10 de outubro foi novamente detido, depois de atirar uma tocha contra os agentes da PSP que tentavam controlar o protesto de taxistas e evitar o bloqueio do acesso ao aeroporto Humberto Delgado.

Um outro taxista, que devia ter sido ontem julgado em processo sumário por dano qualificado, viu a sua sessão ser adiada para se verem primeiro as imagens do local. Um terceiro taxista julgado em processo sumário por dano qualificado foi condenado pagar uma multa de 1950 euros.

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Para Paulo Martins, advogado de defesa, Caturna foi condenado por ser conhecido da polícia devido a episódios violentos no desporto. O causídico admitiu recorrer da decisão judicial.

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