Causas da morte de idoso em família de acolhimento ainda por apurar

Serão feitos agora exames complementares para perceber o que levou à morte do idoso cujo corpo foi desenterrado pela PJ.

04 de fevereiro de 2025 às 10:21
Partilhar

A autópsia ao cadáver do idoso de 85 anos que foi morto e enterrado pela família de acolhimento onde vivia, em Apúlia, no concelho de Esposende, foi inconclusiva. As perícias feitas no Gabinete Médico Legal, em Braga, não conseguiram ainda determinar o que causou a morte a António Amaral Santos. Serão feitos agora exames complementares para perceber o que levou à morte do idoso cujo corpo foi desenterrado pela Polícia Judiciária de Braga, no passado dia 23 de janeiro, no pinhal de Ofir, em Fão.

O funeral do idoso está marcado para hoje, na Póvoa de Varzim, de onde era natural.

Pub

António Amaral Santos vivia desde setembro aos cuidados de uma família de acolhimento em Apúlia. A família de acolhimento comunicou à GNR de Esposende o desaparecimento do idoso, no início de dezembro do ano passado. Terão simulado um desaparecimento voluntário, mas o facto de terem usado o cartão bancário de António Amaral Santos, para fazerem levantamentos e compras, nos dias seguintes ao seu desaparecimento, levantaram suspeitas às autoridades.

A Polícia Judiciária de Braga deteve, em Apúlia, um dos elementos do casal, um homem de 38 anos, que já está em prisão preventiva. A mulher, uma cidadã brasileira, terá conseguido fugir para o Brasil, dias antes da operação da PJ que desvendou o crime e localizou o cadáver. 

Pub

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar