Causas da morte de idoso em família de acolhimento ainda por apurar
Serão feitos agora exames complementares para perceber o que levou à morte do idoso cujo corpo foi desenterrado pela PJ.
A autópsia ao cadáver do idoso de 85 anos que foi morto e enterrado pela família de acolhimento onde vivia, em Apúlia, no concelho de Esposende, foi inconclusiva. As perícias feitas no Gabinete Médico Legal, em Braga, não conseguiram ainda determinar o que causou a morte a António Amaral Santos. Serão feitos agora exames complementares para perceber o que levou à morte do idoso cujo corpo foi desenterrado pela Polícia Judiciária de Braga, no passado dia 23 de janeiro, no pinhal de Ofir, em Fão.
O funeral do idoso está marcado para hoje, na Póvoa de Varzim, de onde era natural.
António Amaral Santos vivia desde setembro aos cuidados de uma família de acolhimento em Apúlia. A família de acolhimento comunicou à GNR de Esposende o desaparecimento do idoso, no início de dezembro do ano passado. Terão simulado um desaparecimento voluntário, mas o facto de terem usado o cartão bancário de António Amaral Santos, para fazerem levantamentos e compras, nos dias seguintes ao seu desaparecimento, levantaram suspeitas às autoridades.
A Polícia Judiciária de Braga deteve, em Apúlia, um dos elementos do casal, um homem de 38 anos, que já está em prisão preventiva. A mulher, uma cidadã brasileira, terá conseguido fugir para o Brasil, dias antes da operação da PJ que desvendou o crime e localizou o cadáver.
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