Cem anos sempre a rolar

Quando se pergunta a António Rola que prenda gostaria de receber no 100.º aniversário, o alentejano, natural de Esperança (Arronches), sorri e abre os braços na direcção dos amigos. “Eles”, afirma emocionado.

23 de março de 2006 às 00:00
Cem anos sempre a rolar Foto: Natália Ferraz
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Se o bilhete de identidade diz que nasceu em 22 de Março de 1907, António Rola conta que não é bem assim. No tempo da monarquia, o registo de nascimentos demorava a ser feito. “Só me registaram em 1907, mas a minha mãe contou-me que eu já tinha um ano.”

Vive em casa da filha (de 73 anos) e do genro, em Santa Iria da Azóia. O segredo para os cem anos, lúcidos e com saúde – só o joelho esquerdo dá problemas, a vista e a audição estão impecáveis – parece ser a boa alimentação. Há mais de 20 anos que não dispensa Nestum ao pequeno-almoço e ao meio-dia ataca a marmita como poucos. Mas o que gosta mesmo “é de um copito de tinto e do cheirinho no café”.

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