Chefe da PSP liderava rede de legalização de mulheres imigrantes
Jovens eram depois levadas à prostituição.
Jorge Carrilho, o chefe da PSP de 44 anos que geria uma rede de legalização de mulheres imigrantes, que eram depois levadas à prostituição, liderava o negócio com a mulher, a brasileira Naphtalia Alves.
A investigação foi feita pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e resultou na acusação do casal e ainda do contabilista Henrique Santos, de Egenildo Santos, e da empresa Espaço Bem.
Estão acusados de tráfico de pessoas, auxílio à imigração, lenocínio e falsificação de documentos.
Foi sugerido à Inspeção-Geral da Administração Interna procedimento disciplinar contra Jorge Carrilho.
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