Clã persegue guarda por defender detida
Impediu ataque à mulher com cadeira durante uma visita, em Odemira.
Um guarda prisional da cadeia de Odemira está a ser escoltado pela GNR entre casa e o local de trabalho devido à perseguição e às ameaças de morte movidas por um homem e vários familiares. O motivo desta proteção está relacionado com o facto de o guarda ter impedido que o homem espancasse a mulher – detida naquele estabelecimento prisional – durante a visita no dia 3, domingo.
O guarda, que vive sozinho com uma filha menor, evitou que a reclusa fosse atingida com uma cadeira. As chefias chamaram a GNR, à qual entregaram o agressor. Mas, horas depois, um elemento da GNR alertava o guarda para uma carrinha cheia de homens que o esperava. Desde então, este elemento da guarda prisional e a família têm sido alvo de ameaças, até agora sem consequências devido à proteção da GNR.
Vaga de baixas nas prisões devido aos novos horários
Centenas de elementos da guarda prisional meteram baixa ou dias de férias por estarem "extenuados a nível mental e físico devido aos novos horários impostos pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais". De acordo com o sindicato dos guardas prisionais, há 78 casos destes na cadeia de Lisboa, 30 na Carregueira, 50 em Custoias, 50 em Alcoentre e 70 no Funchal. A DGRSP não comenta esta situação.
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