Cliente burlada exige 28 600 euros ao Montepio

Cerca de 14 mil euros eram referentes a prendas de casamento.

18 de dezembro de 2018 às 08:37
Caixa Económica Montepio Geral Foto: Tiago Sousa Dias
Fachada da sede Caixa Económica Montepio Geral, em Lisboa Foto: Pedro Catarino
Banco Montepio Geral teve lucros de 20,4 milhões de euros no terceiro trimestre de 2017 Foto: Vítor Mota

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Uma mulher de Barcelos exige ser ressarcida dos 28 600 euros que diz terem desaparecido da sua conta do Montepio, em quatro dias, na sequência de uma burla informática.

Após o banco se recusar em assumir a responsabilidade, a cliente, Diana Brito de 30 anos, moveu uma ação exigindo reaver o montante retirado e respetivos juros, além de uma indemnização de 2500 euros por danos não patrimoniais.

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Nas alegações finais do julgamento, que decorreram esta segunda-feira no Tribunal de Barcelos, o advogado da lesada, Álvaro Martins, acusou o banco de ter sido "completamente negligente por não ter agido perante a movimentação".

Lembrou que em causa estão "15 a 20" movimentos diários, a maior parte a partir das 23h00 e quase todos do mesmo valor, feitos para pagamentos de bens e serviços à entidade 11249.

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Do montante total roubado, cerca de 14 mil euros eram referentes a prendas de casamento, registado poucos meses antes. A lesada nunca usou o homebanking para efetuar pagamentos.

Já a advogada do Montepio alegou que o banco deu "integral cumprimento" aos seus deveres em matéria de homebanking, atribuindo a culpa a Diana Brito.

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