Corte Inglés vende 300 medicamentos

A cliente procurava um remédio que lhe aliviasse a dor nos olhos e evitasse o lacrimejar constante. Bárbara Gonçalves, técnica de farmácia, fez-lhe perguntas e ficou a saber de uma operação anterior às cataratas, optando, por isso, por remetê-la para o médico assistente. Cerca de 300 medicamentos de venda livre estão desde ontem à disposição no Espaço Saúde do Corte Inglés, mas nem por isso o consumidor está à vontade para escolhê-los.

18 de novembro de 2005 às 00:00
Corte Inglés vende 300 medicamentos Foto: Jorge Paula
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Os medicamentos foram colocados atrás do balcão. São de várias categorias: para a higiene e descongestão nasal, dores de garganta, estados dolorosos em geral, tosse, desabituação tabágica, prisão de ventre, alergias, etc. Mesmo não exposta, a pílula do dia seguinte também está à disposição, vendida a nove euros.

Os 300 medicamentos foram escolhidos de uma lista de cerca de 900 considerados de venda livre atendendo à experiência de farmácia de Bárbara Gonçalves, assim como às indicações genéricas da procura. Mas consegui-los não parece ter sido exactamente fácil. “Tivemos algumas vicissitudes”, reconheceu Susana Santos, porta-voz do Corte Inglés, sem avançar pormenores sobre as dificuldades de relacionamento com os distribuidores.

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Integrado no Espaço Saúde – onde se comercializam produtos dermo-cosméticos – o posto de venda de remédios do Corte Inglés abriu ontem com procura reduzida. Por volta das 13h00, a farmacêutica tinha vendido apenas um paracetamol generis. O preço dos medicamentos é igual ou aproximado ao das farmácias. O posto está aberto entre as 10 e as 22h00, de domingo a quinta-feira, e até às 23h00 nas sextas-feiras e sábados.

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