Diretor administrativo da Câmara de Fafe acusado por falsificar venda de lote
Em causa está a aquisição ao município de um terreno, em 1987, por um milhão e 700 escudos (cerca de 850 mil euros).
Um diretor administrativo da Câmara de Fafe, que também exercia funções de notário da autarquia, foi acusado pelo Ministério Público de peculato e falsificação de documento.
Em causa está a aquisição ao município de um terreno, em 1987, por um milhão e 700 escudos (cerca de 850 mil €). O arguido acabou por não conseguir a escritura a seu favor e, já em 2013, forjou documentos para vender aquele lote de terreno ao seu filho.
O arguido registou ilegalmente o terreno municipal em nome do filho, mas apresentou uma certidão falsa.
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