Dois arguidos da operação "Mayday" nos Açores com penas de 10 e 14 anos de prisão

Agências de viagens Dias Estridentes e Fly Dreams estão acusadas de fraude no subsídio social de mobilidade, vendendo bilhetes baratos e emitindo faturas inflacionadas para obter reembolsos indevidos.

15 de julho de 2026 às 18:31
Todos os arguidos no âmbito da operação "Mayday" foram esta quarta-feira condenados
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Todos os arguidos acusados de aceder indevidamente ao subsídio social de mobilidade nos Açores, no âmbito da operação "Mayday", foram esta quarta-feira condenados, alguns a pena suspensa, sendo as penas mais elevadas de 10 e 14 anos de prisão efetiva.

Na leitura do acórdão, a juíza que presidiu ao coletivo do Juízo Central Cível e Criminal de Angra do Heroísmo, disse que foram dados como provados os crimes de associação criminosa, especulação, falsificação de documentos, branqueamento e burla qualificada de que estavam acusadas duas empresas e 22 arguidos.

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Em causa estão duas agências de viagens, com sede na ilha Terceira, a Dias Estridentes e a Fly Dreams, que, segundo a acusação, vendiam passagens a preços abaixo do valor de mercado, mas depois emitiam segundas faturas a valores acima dos adquiridos às companhias aéreas para solicitarem reembolsos do subsídio social de mobilidade.

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