Dragagens avançam na Ria Formosa
Obras deverão estar terminadas até ao final do ano.
As providências cautelares apresentadas pelos moradores e pela autarquia de Olhão – que desde maio deixaram suspensas as demolições nas Ilhas Barreira – não vão influenciar as dragagens na Ria Formosa. As obras nas barras e nos canais vão avançar e deverão terminar até ao final do ano.
O esclarecimento foi dado pelo Tribunal Administrativo de Loulé, onde deram entrada as providências cautelares. "A decisão do tribunal indica claramente que estas ações não se encontram suspensas, o que permite avançar para as dragagens", afirma a Sociedade Polis, organismo responsável pelo Plano de Valorização da Hidrodinâmica e Mitigação de Riscos da Ria Formosa, que as considera "essenciais para a proteção e valorização da Ria".
As obras englobam quatro empreitadas: Tavira e canal Faro/Olhão (já consignada), Barra da Armona (em consignação) e Barrinha do Ancão/Estreito do Ramalhete (aguarda visto prévio do Tribunal de Contas).
Segundo ainda a Sociedade Polis, estas requalificações, que têm um custo total de 6,2 milhões de euros, deverão estar concluídas até ao final deste ano.
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