Enfermeira atacada no estacionamento do Hospital Garcia de Orta

Mulher foi agredida por um indivíduo entretanto localizado pelas autoridades.

14 de julho de 2017 às 18:12
Hospital Garcia de Orta, negligência médica, paciente, Ordem dos Médicos, saúde Foto: Vitor N. Garcia/Correio da Manhã
Garcia de Orta, Constitucional, negligência médica, saúde, Foto: Pedro Catarino
Hospital Garcia de Orta, Almada Foto: Sérgio Lemos
garcia de orta Foto: Direitos Reservados

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Uma enfermeira do Hospital Garcia de Orta, em Almada, foi agredida na terça-feira no parque de estacionamento, com o hospital a anunciar hoje que vai ser criado um grupo de trabalho para avaliar o dispositivo de segurança.

"Vai ser criado um grupo de trabalho para voltar a analisar toda a metodologia e equipamentos até agora usados e, caso assim seja considerado, sugerir eventuais melhorias", anunciou a administração do hospital em comunicado.

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A enfermeira foi agredida no parque de estacionamento por um indivíduo, entretanto localizado pelas autoridades e presente a tribunal, o que levou a instituição a avaliar melhorias na segurança.

Segundo o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), a enfermeira foi "violentamente agredida no parque de estacionamento" do hospital, após sair do serviço e enquanto se dirigia para o seu carro.

"Presume-se que a intenção final do agressor seria a de violar a enfermeira. A resistência da própria e a intervenção de uma pessoa, impediu", diz-se em comunicado.

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"A enfermeira depara-se agora com as consequências físicas e psicológicas, deste violento episódio, que seria evitável, caso existissem medidas de segurança adequadas no perímetro do hospital", considera o SEP.

O sindicato exige "o reforço da segurança no Hospital Garcia de Orta, com particular urgência para a zona do parque de estacionamento e espera que a instituição assuma todas as suas responsabilidades no processo de reabilitação desta enfermeira, vítima desta violenta agressão no local de trabalho".

Contactada pela Lusa, a administração do hospital afirmou que "tem vindo a acompanhar cuidadosamente este incidente".

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"A profissional em causa já está a receber o apoio considerado necessário nestes casos", afirmou.

Em comunicado, o hospital garante que utiliza "medidas de segurança como videovigilância, rondas sistemáticas por câmara existente na central de segurança e rondas efetuadas por pessoal da empresa de segurança que presta serviço a este hospital".

"No caso concreto, foi graças a estes meios que o agressor foi identificado, localizado pelas autoridades policiais e presente a tribunal, no prazo de 48 horas", refere a administração do hospital.

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