Escola de Braga afasta funcionário por prática sexual e participa ao MP

Funcionário foi filmado nu a masturbar-se, via 'web', perante alguns alunos.

03 de fevereiro de 2026 às 17:46
Escola Secundária de Alberto Sampaio, em Braga Foto: Direitos reservados
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O Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, em Braga, afastou de funções um funcionário que foi filmado nu a realizar uma prática sexual e participou o caso ao Ministério Público, disse esta terça-feira o diretor.

Em declarações à Lusa, João Andrade acrescentou que o caso foi também participado ao município de Braga, entidade patronal do funcionário em questão.

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Contactada pela Lusa, a vereadora da Educação, Hortense Santos, disse que está a decorrer um processo disciplinar, estando o funcionário "suspenso preventivamente".

Em causa está um assistente operacional da Escola Secundária Alberto Sampaio, que exercia funções na portaria.

O homem foi filmado todo nu a masturbar-se, via 'web', tendo o vídeo corrido por praticamente toda aquela comunidade escolar.

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"Mal tivemos conhecimento da situação, o funcionário foi imediatamente suspenso de funções e afastado da escola", disse o diretor do agrupamento.

O caso foi também participado ao Ministério Público, via Polícia Judiciária, para investigação.

"Não sabemos quais as reais circunstâncias em que a situação ocorreu, nem as idades dos intervenientes, nem quase nada. Apenas sabemos o que vimos no vídeo. Tomámos as medidas que podíamos tomar e agora cabe às entidades competentes a cabal clarificação de tudo", referiu João Andrade.

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Admitiu, academicamente, que em causa podem estar crimes de abuso/importunação sexual ou de pornografia de menores, ou então de devassa da vida privada, se o vídeo tiver sido gravado e divulgado à revelia.

"Não sabemos, não somos uma entidade investigatória, vamos aguardar. O importante agora é que o funcionário já não está na escola", rematou.

À Lusa, a mãe de uma aluna que frequenta a Secundária Alberto Sampaio manifestou "indignação e repulsa" perante o que as imagens mostram, sublinhando ser "inconcebível" que o funcionário pudesse regressar à escola.

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