Ex-dirigente do Chega condenado por prostituição infantil

Só o pagamento de 1200 euros a vítima livra Nuno Pardal Ribeiro de cumprir 15 meses de cadeia.

09 de abril de 2026 às 11:43
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O ex-dirigente do partido Chega, Nuno Pardal Ribeiro, foi esta quinta-feira de manhã condenado a 15 meses de cadeia, pelo tribunal de Cascais, pela prática de dois crimes de recurso a prostituição infantil (um consumado e outro tentado). Segundo o Expresso, só o pagamento de uma indemnização de 1200 euros impedirá que a pena seja efetiva.

O processo de Nuno Pardal Ribeiro foi julgado à porta fechada. O coletivo de juízes mencionou que só não aplicou pena efetiva, pois não ficou provado que o arguido soubesse que a vítima tinha 15 anos na altura dos factos. O segundo arguido do caso, Carlos Conde Ribeiro, já com cadastro por dois homicídios (era o piloto da avioneta que caiu numa praia da Caparica matando duas pessoas), foi condenado a pena suspensa de 1 ano e meio de prisão.

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Os factos foram conhecidos no início de 2025. Segundo a acusação, Nuno Pardal Ribeiro praticou sexo oral com um rapaz de 15 anos, sabendo que o mesmo era menor. Depois enviou-lhe um código de MBway, para que este levantasse 20 euros. O arguido viria a demitir-se das funções de dirigente nacional do Chega que na altura ocupava, com a justificação de que queria provar a sua inocência.

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