Familiares dos militares do Exército que morreram atropelados na A1 usam redes sociais para os homenagear

Ainda não há data para as cerimónias fúnebres.

23 de agosto de 2026 às 01:30
Francisco Oliveira e Pedro Gonçalves Foto: Direitos Reservados
Os irmãos gémeos, João e Pedro Gonçalves (falecido), ambos militares do Exército Foto: DR
Francisco Oliveira, de 21 anos Foto: Direitos Reservados

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Familiares dos dois militares do Exército - o irmão gémeo de um e o pai do outro - que morreram atropelados na A1, junto à área de serviço da Mealhada, quando ajudavam um camionista, usaram este sábado as redes sociais para os homenagear.

“Não morreste em vão, mostraste ao Mundo inteiro que ainda se ajuda o próximo sem esperar nada em troca”, escreveu João Gonçalves, de 22 anos, militar paraquedista e irmão gémeo de Pedro Gonçalves, revelando que era a sua “motivação para continuar a ser melhor a cada dia”. Recorda que o soldado de Engenharia “foi para o Norte em trabalho para ajudar” e que no regresso ao quartel ”parou para ajudar e morreu a fazer o que gosta e aposto que estava com um sorriso na cara, daqueles contagiantes como tem sempre”.

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Já Narsélio Oliveira, que tratava o filho Francisco Oliveira, de 21 anos, por ‘Kikinho’, escreveu: “Partiste fisicamente a fazer o que mais gostavas: a servir Portugal. Estavas a fazer o que sabias fazer de melhor: ajudar o próximo. Obrigado pelo homem que te tornaste e nos enchia de orgulho. Ficou tanto por dizer e por conversar. Só partiste fisicamente e vais continuar aqui no nosso cantinho. Até já meu amor.”

Também a mãe da afilhada de Francisco, expressou a sua dor na internet, escrevendo: “Não há palavras para explicar a dor de te perder assim, tão de repente. Eras o amor da vida do teu irmão. Dá muita força ao teu mano e ao teu pai aí de cima, eles precisam muito. Vais viver para sempre no nosso coração”.

Ainda não há data para as cerimónias fúnebres.

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