Familiares dos militares do Exército que morreram atropelados na A1 usam redes sociais para os homenagear
Ainda não há data para as cerimónias fúnebres.
Familiares dos dois militares do Exército - o irmão gémeo de um e o pai do outro - que morreram atropelados na A1, junto à área de serviço da Mealhada, quando ajudavam um camionista, usaram este sábado as redes sociais para os homenagear.
“Não morreste em vão, mostraste ao Mundo inteiro que ainda se ajuda o próximo sem esperar nada em troca”, escreveu João Gonçalves, de 22 anos, militar paraquedista e irmão gémeo de Pedro Gonçalves, revelando que era a sua “motivação para continuar a ser melhor a cada dia”. Recorda que o soldado de Engenharia “foi para o Norte em trabalho para ajudar” e que no regresso ao quartel ”parou para ajudar e morreu a fazer o que gosta e aposto que estava com um sorriso na cara, daqueles contagiantes como tem sempre”.
Já Narsélio Oliveira, que tratava o filho Francisco Oliveira, de 21 anos, por ‘Kikinho’, escreveu: “Partiste fisicamente a fazer o que mais gostavas: a servir Portugal. Estavas a fazer o que sabias fazer de melhor: ajudar o próximo. Obrigado pelo homem que te tornaste e nos enchia de orgulho. Ficou tanto por dizer e por conversar. Só partiste fisicamente e vais continuar aqui no nosso cantinho. Até já meu amor.”
Também a mãe da afilhada de Francisco, expressou a sua dor na internet, escrevendo: “Não há palavras para explicar a dor de te perder assim, tão de repente. Eras o amor da vida do teu irmão. Dá muita força ao teu mano e ao teu pai aí de cima, eles precisam muito. Vais viver para sempre no nosso coração”.
Ainda não há data para as cerimónias fúnebres.
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