Fenprof quer listas corrigidas
A Federação Nacional de Professores (FENPROF) vai entregar, na próxima semana uma queixa no Tribunal Administrativo contra o Ministério da Educação, caso não sejam corrigidas as listas de colocação dos docentes.
Em causa estão cerca de 1.000 vagas que deixaram de fazer parte do concurso, segundo Mário Nogueira, dirigente da Fenprof, que considera a situação uma "ilegalidade".
Aquele responsável falava no final de uma reunião com o Secretário de Estado Adjunto da Educação, Jorge Pedreira, onde foi dicutido também o despacho publicado a 28 de Junho pela ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, "que altera - com base na necessida de de estabelecer regras para o funcionamento do próximo ano lectivo - aspectos da carreira".
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