Foi ao posto pedir teste e acusou taxa de 1,88 g/l
Indignado com o patrão por este insinuar que estava bêbedo, um trabalhador foi à GNR de Montemor-o-Velho pedir para fazer o teste do álcool. Ao ser informado de que só o poderia realizar se estivesse a conduzir, foi buscar o carro e arrancou. Queria provar que estava sóbrio, mas quando soprou no balão apresentou uma taxa de 1,88 g/l.
O Tribunal de Montemor-o--Velho absolveu-o com o argumento de que a GNR recorreu à figura do agente provocador para obter a prova. A decisão foi entretanto revogada pelo Tribunal da Relação de Coimbra, que aplicou ao arguido 300 euros de multa e seis meses de proibição de conduzir. Os juízes dizem que "aqui o agente provocador foi o arguido ao colocar-se à mercê da fiscalização policial".
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