Homem que ameaçou de morte o Presidente da República diz que foi a medicação que o fez enviar a carta
Ex-militar refere que "nunca quis prejudicar" o chefe de Estado e que não queria "extorquir dinheiro".
Marco Aragão, o ex-militar acusado de ameaçar de morte o Presidente da República, disse em tribunal que foram os efeitos da medicação que o levaram a enviar a carta a Marcelo Rebelo de Sousa.
O homem refere que "nunca quis prejudicar" o chefe de Estado e que não queria "extorquir dinheiro".
"Escrevi uma carta ao Presidente da República, ameacei-o a exigir quantia astronómica, e dei os dados pessoais do meu primo Valter. Queria prejudicar o meu primo na Justiça", disse o homem de 41 anos.
"Tudo isto se deveu a uma animosidade contra o meu primo devido a uma desequilíbrio da minha medicação", acrescentou.
Em outubro do ano passado, Marco Aragão enviou uma carta enviou uma carta com uma bala onde ameaçava o Presidente da República de morte. O ex-militar exigia um milhão de euros, ou mataria a mais alta figura do Estado português.
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